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quinta-feira, 21 de maio de 2009

Ministério Crown Financial Ministries, Universidade da Família - Por Presbítero Dr. Florenilson Santos Vilas Boas


I Crônicas 29:11 e 12 diz: “Tudo que existe nos céus e na terra é seu ó Senhor, e seu é este reino. Nós adoramos a Deus porque Ele dirige todas as coisas. Riquezas e honra vem somente do Senhor, e Ele é o Governador de toda a humanidade; sua mão controla força e poder, e é por sua vontade que os homens se tornam importantes e recebem força” (NVI).

Nos dias 27 e 28 de março deste ano, em apenas dois dias, realizamos em nossa Igreja Sede, o Curso de Treinamento de Liderança em Finanças “Crown Financial Ministries”. Este curso foi aplicado pelo Diretor Executivo da Universidade da Família, Pr. Paulo Maximiano, e sua esposa Regina.

O Crown Financial Ministries é um Ministério de Finanças coordenado pela Universidade da Família, estabelecida na cidade de Pompéia, no Estado de São Paulo, em cuja presidência estão um homem e uma mulher de Deus, Dr. Jorge Nishimura e sua esposa, Sra. Márcia Nishimura.

O Crown Financial Ministries foi fundado em 1985 pela fusão de dois Ministérios de Finanças. Inicialmente, em 1976, com Larry Burkett ensinando os princípios Bíblicos sobre a administração do dinheiro, e, em 1985, por Howard Dayton, com estudos extraordinariamente eficazes em grupos pequenos.

Atualmente, o Crown Financial Ministries é o maior Ministério de Finanças do Mundo, e é focado nas Igrejas com expansão Nacional e Internacional.

Visão
Ver, em todas as nações, os seguidores de Cristo vivendo fielmente os princípios financeiros de Deus, e em todas as áreas da vida.

Missão
Equipar as pessoas no mundo todo para que aprendam, apliquem e ensinem os princípios financeiros de Deus, a fim de que possam conhecer a Cristo mais intimamente, serem livres para servi-lo e ajudar no apoio financeiro da grande comissão.

Principal objetivo
Ensinar os princípios financeiros de Deus a trezentos milhões de pessoas até 15 de setembro de 2015 (30 milhões nos Estados Unidos e 270 milhões pelo mundo).

Esse curso tem como propósito prover ensinamentos sobre os princípios financeiros de Deus, em todas as faixas etárias, desde crianças em fase de alfabetização, a adolescentes, jovens e adultos, até empresários da Igreja, capacitando os participantes a fim de que possam administrar com fidelidade os recursos que Deus lhes confiar, e também levá-los a conhecer Cristo mais intimamente.

Com a aplicação deste curso em apenas dois dias, conseguimos formar 56 líderes em nossa Igreja Sede que, hoje, estão habilitados a ministrar o Curso Crown Financial Ministries segundo os princípios da Palavra de Deus.

Aprendemos que existem mais de 2.350 versículos na Bíblia que fala sobre dinheiro. Aprendemos que 90 a 95% das instituições Cristãs Educacionais e Igrejas não possuem nenhum tipo de treinamento Bíblico-Financeiro. Não havendo ensino, os cristãos acabam aprendendo as práticas do mundo.

Na área de finanças existe pouca diferença entre cristãos e não-cristãos. Poucos têm submetido suas finanças e vidas ao senhorio de Jesus.

Não há como discutir: a Bíblia é um manual também para lidarmos com o dinheiro, em todos os aspectos. A maioria das pessoas acredita que o Senhor não desempenha nenhum papel em suas finanças, mas as Escrituras revelam que Ele desempenha o papel principal, como o dono de todas as coisas.

As Escrituras nos dão diretrizes muito claras no que diz respeito a ganhar, gastar, economizar, investir, dar, ficar livre de dívidas e ensinar as crianças a lidarem com o dinheiro.


Não há como discutir: Deus é dono e proprietário de tudo, e distribui a cada um conforme a Sua vontade, e a nossa responsabilidade é a de sermos mordomos fiéis das posses que Ele nos confiou, sabendo que o Senhor nos pedirá contas de como as administramos.

Sl 24:1- “Ao Senhor pertence a terra e tudo o que nela se contém, o mundo e os que nele habitam.”

I Tm 6:10 – “Porque o amor do dinheiro é raiz de todos os males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé e se traspassaram a si mesmos com muitas dores.”,

Mt 6:21– “Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração.”

Quando reconhecemos o domínio de Deus em nossas vidas, cada decisão que tomamos quanto ao gasto do dinheiro torna-se uma decisão espiritual. Ao reconhecemos este domínio não mais perguntamos “Senhor, o que queres que eu faça com o MEU dinheiro?”.

A pergunta é reformulada para, “Senhor, o que queres que eu faça com o TEU dinheiro?”. Ora, porque reformulamos a pergunta? É simples: porque Deus é dono de tudo e nós, tão somente, administramos o que Ele nos confia.

Deus é dono de tudo, Ele tem controle de todos os eventos e é o Nosso Provedor. Nossa responsabilidade é sermos mordomos fiéis. Mordomo é o gerente, o supervisor.

Nas Escrituras Sagradas, o mordomo tem uma grande responsabilidade. Ele é a autoridade suprema depois do seu Senhor, e tem total responsabilidade por todas as posses do seu Senhor e pelos cuidados domésticos (José foi mordomo de Potifar, oficial de Faraó, Gen. 39:4).

Ao examinarmos as Escrituras, vemos que Deus, como Senhor, deu-nos autoridade para sermos mordomos.

Sl 8:6 - “Deste ao homem o domínio de toda a criação, autoridade sobre todas as criaturas”.

I Coríntios 4:2 determina: “Ora além disso o que se requer dos despenseiros é que cada um deles seja encontrado fiel”.

E antes de sermos fiéis, temos que conhecer as tarefas que temos a realizar.

Da mesma forma que o proprietário de um automóvel estuda o manual do fabricante para aprender a operar o carro de forma apropriada, também precisamos examinar a Bíblia, para descobrirmos como Ele deseja que lidemos com as suas posses.

A única responsabilidade nossa é sermos fiéis.


A fidelidade nas pequenas coisas

Lemos em Lucas 16:10, que “Quem é fiel no pouco, também é fiel no muito; e quem é injusto no pouco, também é injusto no muito”. Assim, “se vocês não forem dignos de confiança em lidar com as riquezas deste mundo ímpio, quem lhes confiará as verdadeiras riquezas?” (Lc 16:11).

Como as pessoas são moldadas pelo dinheiro, Deus usa essa ferramenta para refinar nosso caráter. Dependendo do modo como é usado, o dinheiro submete seu possuidor à benção ou à maldição; ou a pessoa torna-se o senhor do seu dinheiro ou o dinheiro torna-se o senhor da pessoa. De forma muito clara, enquanto estamos lidando com nossas posses como mordomos fiéis, nosso caráter está sendo formado. Se somos infiéis, nosso caráter está sendo prejudicado.

Mt 25:21 – “Muito bem, servo bom e fiel foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei: entra no gozo do teu Senhor”.


A fidelidade com as posses de outros

Você é fiel em relação às posses de outros? Você deixa de ser cuidadoso com os objetos do escritório do seu empregador? Gasta eletricidade em excesso em sua casa ou quando está no quarto de um hotel? Quando toma emprestado algo de alguém, toma cuidado para devolvê-lo em bom estado?

A fidelidade em relação às posses de outras pessoas determina, de certa forma, o quanto você é confiável. “Se não vos tornastes fiéis na aplicação do alheio, quem vos dará o que é vosso?” (Lc 16:12).

A fidelidade gera contentamento

Uma vez que tenhamos consciência da parte de Deus e da nossa parte, podemos viver contentes.

Parte de Deus: Deus é dono de tudo, Ele tem controle de todos os eventos e é o Nosso Provedor. I Crônicas 29:11-12 diz: “Tudo que existe nos céus e na terra é seu ó Senhor, e seu é este reino. Nós adoramos a Deus porque Ele dirige todas as coisas. Riquezas e honra vêm somente do Senhor, e Ele é o Governador de toda a humanidade; sua mão controla força e poder, e é por sua vontade que os homens se tornam importantes e recebem força” (NVI).

Nossa Parte: A nossa responsabilidade é a de sermos mordomos fiéis das posses que Deus nos confiou, sabendo que depois o Senhor nos pedirá contas de como as administrarmos.

No livro de Filipenses, descobrimos que Paulo aprendeu a viver contente, porque sabia que Deus supriria todas as suas necessidades (Fp 4:19), e ele tinha sido fiel. “O que aprendestes e recebestes, e ouvistes e vistes em mim, isso praticai; e o Deus de paz será convosco” (Fp 4:9).

Dívida é escravidão

Provérbios 22:7 diz: “Assim como os pobres são dominados pelos ricos, quem pede dinheiro emprestado se torna escravo de quem empresta”. Ou seja, a dívida era considerada uma maldição. Estar livre da dívida (ou até mesmo ser um “emprestador”) era uma benção. A dívida é um sério problema para muitos e é desencorajada nas Escrituras.

Aqui transcrevemos uma pequena amostra do estudo que os nossos líderes aprenderam no Crown Financial Ministries. Assim, com a formação destes líderes, poderemos prover do necessário também as nossas Igrejas e nossas congregações, ensinando os princípios financeiros de Deus.

Deus abençoe

domingo, 30 de novembro de 2008

Tempos de Crise - Por Rodolfo Magnani

Estes tempos Deus tem falado comigo a respeito de crises mundiais. Estamos frente a uma delas que, segundo os economistas, é a maior crise da economia mundial. Vemos grandes bancos quebrando, empresas de empréstimos falindo, os juros subindo e descendo sem controle, o dólar disparando e as bolsas despencando. Realmente é uma crise, não há como negar. No entanto, esta não é a primeira crise mundial que a humanidade passa. A Bíblia nos fala de diversas crises mundiais, isto é, do mundo conhecido da época. Creio que temos muito que aprender com as crises, e tirar delas o melhor, pois se todas as coisas cooperam para o bem dos que amam ao Senhor, a crise não pode estar de fora.

Nos tempos do profeta Elias houve uma crise, (I Reis 17). Deus mandou o profeta ordenar que não chovesse e foram três anos sem chuva. Mas o que aconteceu com o profeta? Na primeira fase da crise, ou da seca, Deus o mandou ao ribeiro para ter água e ser alimentado por corvos. É normal beber água do ribeiro, mas receber comida de corvos? Isso é algo muito longe da mente humana, inconcebível a idéia de esperar corvos trazerem comida. Porém, o profeta obedeceu, e o resultado era que, de manhã e a tarde, os corvos lhe traziam comida e o profeta foi salvo. Depois na segunda fase da crise, o ribeiro secou e Deus mandou o profeta a uma viúva, consequentemente mãe de um órfão, para que ela e seu filho o servissem e o alimentassem. Novamente algo inesperado, já que os orfãos e as viúvas eram pessoas pobres e necessitadas na sociedade. Mas os mais carentes foram os que puderam sustentar o profeta, através da obediência e coragem de um homem que não tinha medo de dizer a vontade de Deus para uma nação corrompida.

Outra crise séria para a humanidade podemos ler em Gênesis 41. No Egito, o jovem José que já havia sofrido tanto ao ser vendido pelos irmãos, acusado injustamente por uma egípcia, preso e esquecido no cárcere. Recebeu de Deus a revelação do sonho do Faraó, no qual Deus lhe mostrou uma enorme crise mundial a sua frente. Ele poderia ficar todo ressentido e imaginar que isso fosse o castigo de Deus sobre a humanidade que era tão má e que até aquele momento só lhe havia feio o mal. Se José naquele momento não fosse um homem sábio, com intimidade com Deus e curado de seus traumas e feridas, provavelmente não teria feito nada, preferiria deixar que a humanidade afundasse por si mesma na crise. No entanto, José foi sensível à vontade de Deus, e compreendeu que para aquele momento ele havia sido colocado em tal posição, e glorificou o nome do Senhor dentro da crise. Qual foi o resultado? Deus o colocou como governador de toda aquela terra e a nação de Israel, ainda pequena, foi salva e pôde se estabelecer na Terra.

Por outro lado vemos Abrão no capitulo 12 de Gênesis a partir do versículo 10. A Bíblia diz que "havia fome na terra", isto é, crise. E Abrão (Deus ainda não lhe havia mudado o nome) foi ao Egito para fugir da fome. Mas, qual foi à atitude de Abrão quando chegou lá? Ele chegou com medo. Medo do que os homens lhe poderiam fazer ao ver a beleza de Sara. Abrão se esqueceu de Deus que havia feito um pacto com ele garantindo que Abrão seria próspero e que estaria seguro nas mãos de Deus. Abrão mentiu negando ser Sara sua mulher. Muitas vezes, frente à crise financeira, procuramos meios para "nos safar", mentimos para ganhar um pouco mais, ou para não perder o que temos, mas quais as conseqüências para o Cristão que deixa de confiar em Deus para dar seu próprio jeitinho frente aos problemas? O que aconteceu com Abrão? Foi pego na mentira e depois toda a nação de Israel pagou um preço de 430 anos de cativeiro no Egito.

Qual será nossa atitude diante da crise? Ficaremos com medo esquecendo-nos das palavras de Jesus que disse que estaria conosco até a consumação dos séculos? Ou seguiremos com obediência naquilo que Deus quer de nossas vidas sem medo, mas com ousadia e determinação?


Espero que os irmãos, possam se sentir encorajados com esta palavra, pois, o medo não provém de Deus, ao contrário o verdadeiro amor lança fora todo medo. Que neste momento de crise e de oscilações tão grande no dólar e na bolsa, possamos encontrar as oportunidades de crescermos e fazermos a diferença em meio ao mundo caótico e medroso.

Temos na Palavra exemplos do que aconteceu e podemos saber como agir daqui pra frente.

Deus abençoe


segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Fatores de sucesso empresariais – Família



Por Amadeu Arcaro
A palestra de 14de julho foi proferida pelo Professor Emerson, que em seu currículo acumula 12 anos de vida acadêmica na área de administração e marketing, que não começou propriamente na universidade, mas como mestre na Escola Dominical, onde aprendeu que em primeiro lugar o ensino começa nas bases da sociedade, ou seja, na família.

Ele iniciou seu discurso falando de como devemos estar preparados para discernir e trabalhar com o imenso volume de informações disponíveis e não ficarmos condicionados ou manipulados pela mídia televisiva e impressa.

Todas as suas colocações tiveram como foco a influência da família no sucesso corporativo. Nos dias de hoje o empresário esta buscando a prosperidade de sua companhia através de diferentes formas, levando ate a prática de operações escusas e com fundamentos falsos.

Mencionou o exemplo da pirâmide de Maslow, que mostra o grau de suprimento das necessidades do homem, onde a base demonstra as necessidades básicas de sobrevivência, ou seja, alimentação, descanso e abrigo, que referenciando ao empresário lembrou que pelo excesso de atividades não consegue nem se quer alimentar-se, ou descansar. E quando vamos para o topo da pirâmide, que Maslow fala de segurança e realizações pessoais, a dificuldade se torna cada vez maior de se atingir o sucesso, especialmente no tocante ao relacionamento familiar.

Sempre devemos estar nos perguntando: Será que estamos baseando as nossas realizações somente em agregar valores e clientes as nossas empresas esquecendo-nos do convívio e o relacionamento familiar saudável? De que maneiras estão construindo nosso sucesso? Em bases sólidas ou areia?

O professor Emerson utilizou como base o texto do Manual do Fabricante ( A Bíblia), o que está escrito em Mateus 14, que fala sobre o acontecimento que o rei Herodes mandou matar a João Batista.

Herodes comparado com um empresário não teve humildade para voltar atrás quando prometera para sua sobrinha que lhe daria o que quisesse se dançasse para ele e seus convidados. A sua cunhada achou a oportunidade ideal para pedir a cabeça de João Batista, uma vez que ele (João) estava condenando seu relacionamento extraconjugal com Herodes, e pregava a moral.
Temos visto vários casos de homens e mulheres em posição de liderança na empresa, com envolvimentos fora do casamento, que levam suas empresas consideradas verdadeiros impérios a ruína, e por conseqüência seus matrimônios.

Outro ponto para o sucesso, baseado na analise de SWAT, conhecer o ambiente de atuação da empresa, bem como as variáveis controladas e não controladas é primordial para sucesso e sobrevivência da empresa.

Forças e fraquezas ameaças e oportunidade devem ser consideradas em todo tempo, tanto na esfera empresarial como pessoal. Prof. Emerson exemplificou falando sobre um jovem que se considera um excelente vendedor de computadores, que quando perguntado se conhecia seus concorrentes, quais marcas estavam no mercado, disse que estava concentrado em vender os computadores de sua empresa Ching Ling S.A, e não perderia seu tempo analisando seu mercado. Pobre rapaz estava com seus dias contados como vendedor, porque estava totalmente vulnerável sem conhecer as ameaças dos concorrentes, nem mesmo as suas fraquezas.

Outra menção feita foi sobre a participação do homem de negócios na educação dos filhos, sendo exemplo e mostrando o que e licito e o ilícito, e ensinando que fazer o certo deve ser uma constante na vida de qualquer cidadão independente se estamos sendo vigiados ou não.

Concluímos que não há bem com valor maior que a nossa família, porque através dela somos abençoados podemos abençoar a empresa e por conseqüência os funcionários, ou seja, um efeito multiplicador.

De que adianta o sucesso corporativo se não conseguimos salvar a nossa própria família. Só conseguimos equilíbrio entre o sucesso empresarial e familiar, quando entregamos a nossa vida ao controle do Senhor Jesus e do Espírito Santo.
O Grupo Empreendedor esta e esteve sempre preocupado com a saúde das empresas e das famílias, e continuará a lutar por elas.

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Grupo Empreendedor realiza um evento Marcante!


Por Amadeu Arcaro
O Grupo Empreendedor, cumprindo com seu propósito de fortalecer os homens de negócio, realizou no dia 09 de junho de 2008, um evento marcante, que contou com palavras do corpo diretivo, de uma palestra sobre o tema qualidade de vida e um “gran finale” onde tivemos o compartilhar de muitas experiências. A palestra foi ministrada por um homem de Deus: Coronel Camargo.

Eis aqui um pouco do que ouvimos:

Logo no início de sua profissão teve experiências muito fortes sobre o poder da palavra proferida e suas conseqüências. Dizia que não tinha nenhum medo da morte e pela sua força poderia enfrentar qualquer situação de perigo.

Falando sobre liderança, enfatizou que em primeiro lugar devemos liderar a nos mesmos, a nossa alma, porque a doença começa na Alma, ou seja, nos sentimentos. Um exemplo disso são os policiais que trabalham numa cidade violenta como São Paulo.

Eles ficam marcados na alma, que chegam ao absurdo de sentirem a realidade da dor em seus sonhos, parecendo ate que os tiros disparados pelos bandidos lhes atingem de verdade.

O acontecimento que marcou sua vida foi o incêndio do prédio da CESP, um edifício de 25 andares de concreto, na Avenida Paulista, nos anos 80. No atendimento, ouviu uma voz clara em que lhe dizia: “hoje vai ter morte neste lugar e será o ultimo dia de sua vida.”
Naquele incêndio, aconteceu algo estranho, houve vários desabamentos no prédio.
Nunca tinha acontecido de cair um edifício de concreto no Brasil,somente de outras estruturas, mas ele não podia fugir da sua missão, teve que entrar para avisar os outros bombeiros para abandonarem o prédio, mesmo sabendo que o prédio iria desabar.

Aquele homem que não tinha medo da morte, neste dia, passou a perceber que por ele mesmo não podia enfrentar aquela situação, então disse “Hoje Deus vai me ajudar”, mesmo sem conhecer quem era Deus. Ele lembrou que nos momentos de perigo até o Ateu diz: “Ai meu Deus”.

Subindo pelas escadas, já no sétimo andar, houve outro desabamento; e quanto mais subiam viam que estavam realmente caminhando para a morte. Neste momento tiveram que tomar uma grande decisão, e então disse: “Capitão vamos correr para a vida, já fizemos o que podíamos”. Difícil de explicar o que é correr para a vida.

Foi quando logo após passar pelos elevadores houve o maior desabamento e fui salvo por um passo. Nós só valorizamos a vida quando estamos doentes, ou valorizamos a liberdade quando estamos presos, ou só valorizamos a família quando a perdemos.

Depois do episódio maioria dos bombeiros ficaram doentes. Neste momento ele começou a perguntar o que é a vida. Qual o propósito que temos durante este período curto que passamos nesta terra? Qual a nossa missão? Não estamos aqui por acaso.

Após este acontecimento ele passou a ser um morto vivo, sem a mínima vontade de viver. Ficou procurando vida mesmo sendo um comandante, um alto posto na corporação.

Era uma pessoa triste e mostrava em seu semblante, na fala e no andar. Às vezes se achava procurando pessoas tristes, e numerava quantas ele encontrava.

Tomando remédios, vivendo uma vida química, sob efeitos de medicamentos. Sabia tanto sobre eles que acabava Indicando drogas ate para os médicos.

Havia dias que se preparava para a morte, deitava-se como uma múmia. E quantas pessoas vivem assim ao nosso lado, e não vêem solução para este cárcere, e por outro lado, aqueles que têm uma visão da vida como ela realmente é linda, sabemos que sempre temos uma chance de mudar, não fazemos por comodidade.


A vida é simples e maravilhosa nós a tornamos conturbada, para satisfazer os nossos próprios prazeres.

O Coronel Camargo começou a tentar a fuga através de alguns artifícios humanos disponíveis, como a bebida o trabalho, mas todos em vão. Aquele que falou que não tinha medo da morte estava vivendo por um fio, totalmente dependente.

Até que um dia participou de uma reunião onde não havia rostos tristes, mas pessoas que tinham quase os mesmos problemas.

Apresentavam rostos e comportamentos felizes e radiantes, onde o palestrante falou sobre um que era o melhor dos médicos, ele, logo tomou papel e caneta para anotar o endereço. Mas o palestrante disse que este médico não tinha telefone, e estava disponível 24 horas com atendimento em qualquer lugar e que seu nome era JESUS CRISTO, que ele foi crucificado, morto e sepultado, mas ao terceiro dia ressuscitou, e a cruz esta vazia.

Aquela informação mudou o rumo da sua vida. E por incrível que pareça, foi no hotel dela Volpe ao lado do prédio da Cesp onde ele havia morrido, agora ele estava retornando para a vida.

A morte entra pelas costas sem pedir autorização, mas Jesus entra pelo coração e batendo na porta. “Eis que estou à porta e bato e se abrires a porta do seu coração, entrarei e cearei com você.”

Depois de encontrar um real propósito para sua vida, nascendo de novo, entendeu que nas pequenas atitudes, nos pequenos acontecimentos, é que estão as maiores realizações da vida.
Dizem que, se analisarmos os melhores momentos de nossa vida, vamos descobrir que não tivemos que pagar nada por eles e foram muito simples.

Foi ai que passou a analisar e palestrar para policiais, entre os quais no Brasil se nota um alto grau de suicídio e depressão.

Algumas atitudes mencionadas pelo Cel. Camargo que estão causando estes distúrbios:


1 - Qual o motivo de policiais entrarem na depressão e provocando a destruição de suas famílias?

Finanças: 85% dos Brasileiros estão endividados porque não sabem o que significa juros compostos. Outra causa é a rebelião (rebeldia), ganância, desgraças que são ensinadas pelos veículos de mídia, principalmente pela televisão. Falando sobre juros compostos usamos o exemplo daquele que fumou durante 20 anos e literalmente queimou uma casa de R$ 250.000,00.


Exemplo dos supermercados que levam as pessoas ao consumismo, pelo forma de disposição das mercadorias, seu piso, sem relógio.

2 - A corrupção desenfreada.E onde podemos encontrar soluções e conselhos para estes dilemas?

Num livro, que denominamos manual do fabricante; a nossa bíblia onde encontramos 2350 versículos sobre finanças e 500 sobre fé.


A bíblia fala mais sobre finanças do que fé, para que as pessoas não percam a fé quando não gerenciam bem suas finanças.


Uma das menções fortes da bíblia refere-se à formiga que guarda no verão para ter o que comer no inverno.

Os mais diversos assuntos são mostradas no Manual do fabricante como; medicina, investimentos, oratória., e tantos outros. Como todos os sermões de Jesus a vida também é muito simples; nós que a complicamos.