segunda-feira, 27 de setembro de 2010

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IGREJA EVANGÉLICA CRISTÃ PRESITERIANA - VILA VERA

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

O Homenzinho da rua George - Norbert Lieth




Alguma vez você já se perguntou o que resulta da distribuição de folhetos? O relato abaixo, do pastor Dave Smethurst, de Londres, responde essa pergunta:
“É uma história extraordinária a que eu vou contar. Tudo começou há alguns anos em uma Igreja Batista que se reúne no Palácio de Cristal ao Sul de Londres. Estávamos chegando ao final do culto dominical quando um homem se levantou em uma das últimas fileiras de bancos, ergueu sua mão e perguntou: “Pastor, desculpe-me, mas será que eu poderia dar um rápido testemunho?”


Olhei para meu relógio e concordei, dizendo: “Você tem três minutos!”


O homem logo começou com sua história:


“Mudei-me para cá há pouco tempo. Eu vivia em Sydney, na Austrália. Há alguns meses estive lá visitando alguns parentes e fui passear na rua George. Ela se estende do bairro comercial de Sydney até a área residencial chamada Rock. Um homem baixinho, de aparência um pouco estranha, de cabelos brancos, saiu da entrada de uma loja, entregou-me um folheto e perguntou: Desculpe, mas o senhor é salvo? Se morrer hoje à noite, o senhor irá para o céu?’ – Fiquei perplexo com essas palavras, pois jamais alguém havia me perguntado uma coisa dessas. Agradeci polidamente pelo folheto, mas na viagem de volta para Londres eu me sentia bastante confuso com o episódio. Entrei em contato com um amigo que, graças a Deus, é cristão, e ele me conduziu a Cristo”.

Todos aplaudiram suas palavras e deram-lhe as boas-vindas, pois os batistas gostam de testemunhos desse tipo.

Uma semana depois, voei para Adelaide, no Sul da Austrália.
Durante meus três dias de palestras em uma igreja batista local, uma mulher veio se aconselhar comigo. A primeira coisa que fiz foi perguntar sobre sua posição em relação a Jesus Cristo. Ela respondeu:
“Morei em Sydney por algum tempo, e há alguns meses voltei lá para visitar amigos. Estava na rua George fazendo compras quando um homenzinho de aparência curiosa, de cabelos brancos, saiu da entrada de uma loja e veio em minha direção, ofereceu-me um folheto e disse: ‘Desculpe, mas a senhora já é salva? Se morrer hoje, vai para o céu?’ – Essas palavras me deixaram inquieta. De volta a Adelaide, procurei por um pastor de uma igreja batista que ficava perto de minha casa. Depois de conversarmos, ele me conduziu a Cristo. Assim, posso lhe dizer que agora sou crente”.
Eu estava ficando muito admirado. Duas vezes, no prazo de apenas duas semanas, e em lugares tão distantes, eu ouvira o mesmo testemunho. Viajei para mais uma série de palestras na Mount Pleasant Church em Perth, no Oeste da Austrália. Quando concluí meu trabalho na cidade, um ancião da igreja me convidou para almoçar. Aproveitando a oportunidade, perguntei como ele tinha se tornado cristão. Ele explicou:
“Aos quinze anos vim a esta igreja, mas não tinha um relacionamento real com Jesus. Eu simplesmente participava das atividades, como todo mundo. Devido à minha capacidade para negócios e meu sucesso financeiro, minha influência na igreja foi aumentando. Há três anos fiz uma viagem de negócios a Sydney. Um homem pequeno, de aparência estranha, saiu da entrada de uma loja e me entregou um panfleto religioso – propaganda barata – e me fez a pergunta: ‘Desculpe, mas o senhor é salvo? Se morrer hoje, o senhor vai para o céu?’ – Tentei explicar-lhe que eu era ancião de uma igreja batista, mas ele nem quis me ouvir. Durante todo o caminho de volta para casa, de Sydney a Perth, eu fervia de raiva. Esperando contar com a simpatia do meu pastor, contei-lhe a estranha história. Mas ele não concordou comigo de forma alguma. Há anos ele vinha me incomodando e dizendo que eu não tinha um relacionamento pessoal com Jesus, e tinha razão. Foi assim que, há três anos, meu pastor me conduziu a Cristo”.
Voei de volta para Londres e logo depois falei na Assembléia Keswick no Lake-District. Lá relatei esses três testemunhos singulares. No final da série de conferências, quatro pastores idosos vieram à frente e contaram que eles também foram salvos, há 25-30 anos atrás, pela mesma pergunta e por um folheto entregue na rua George em Sydney, na Austrália.
Na semana seguinte viajei para uma igreja semelhante à de Keswick e falei a missionários no Caribe. Também lá contei os mesmos testemunhos.
No final da minha palestra, três missionários vieram à frente e explicaram que há 15-25 anos atrás eles igualmente haviam sido salvos pela pergunta e pelo folheto do homenzinho da rua George na distante Austrália.
Minha próxima série de palestras me conduziu a Atlanta, na Geórgia (EUA). Fui até lá para falar num encontro de capelães da Marinha. Por três dias fiz palestras a mais de mil capelães de navios. No final, o capelão-mor me convidou para uma refeição. Aproveitando a oportunidade, perguntei como ele havia se tornado cristão.
“Foi um milagre. Eu era marinheiro em um navio de guerra no Pacífico Sul e vivia uma vida desprezível. Fazíamos manobras de treinamento naquela região e renovávamos nossos estoques de suprimentos no porto de Sydney. Ficamos totalmente largados. Em certa ocasião eu estava completamente embriagado e peguei o ônibus errado. Desci na rua George. Ao saltar do ônibus pensei que estava vendo um fantasma quando um homem apareceu na minha frente com um folheto na mão e perguntando: ‘Marinheiro, você está salvo? Se morrer hoje à noite, você vai para o céu?’ – O temor de Deus tomou conta de mim imediatamente. Fiquei sóbrio de repente, corri de volta para o navio e fui procurar o capelão. Ele me levou a Cristo. Com sua orientação, logo comecei a me preparar para o ministério. Hoje tenho a responsabilidade sobre mais de mil capelães da Marinha, que procuram ganhar almas para Cristo”.
Seis meses depois, viajei a uma conferência reunindo mais de cinco mil missionários no Nordeste da Índia. No final, o diretor da missão me levou para comer uma refeição simples em sua humilde e pequena casa. Também perguntei a ele como tinha deixado de ser hindu para tornar-se cristão.

“Cresci numa posição muito privilegiada. Viajei pelo mundo como representante diplomático da Índia. Sou muito feliz pelo perdão dos meus pecados, lavados pelo sangue de Cristo. Ficaria muito envergonhado se descobrissem tudo o que aprontei naquela época. Por um tempo, o serviço diplomático me conduziu a Sydney. Lá fiz algumas compras e estava levando pacotes com brinquedos e roupas para meus filhos. Eu descia a rua George quando um senhor bem-educado, grisalho e baixinho chegou perto de mim, entregou-me um folheto e me fez uma pergunta muito pessoal: ‘Desculpe-me, mas o senhor é salvo? Se morrer hoje, vai para o céu?’ – Agradeci na hora, mas fiquei remoendo esse assunto dentro de mim. De volta a minha cidade, fui procurar um sacerdote hindu. Ele não conseguiu me ajudar mas me aconselhou a satisfazer minha curiosidade junto a um missionário na Missão que ficava no fim da rua. Foi um bom conselho, pois nesse dia o missionário me conduziu a Cristo. Larguei o hinduísmo imediatamente e comecei a me preparar para o trabalho missionário. Saí do serviço diplomático e hoje, pela graça de Deus, tenho responsabilidade sobre todos esses missionários, que juntos já conduziram mais de 100.000 pessoas a Cristo”.
Oito meses depois, fui pregar em Sydney. Perguntei ao pastor batista que me convidara se ele conhecia um homem pequeno, de cabelos brancos, que costumava distribuir folhetos na rua George. Ele confirmou: “Sim, eu o conheço, seu nome é Mr. Genor, mas não creio que ele ainda faça esse trabalho, pois já está bem velho e fraco”. Dois dias depois fomos procurar por ele em sua pequena moradia.
Batemos na porta, e um homenzinho pequeno, frágil e muito idoso nos saudou. Mr. Genor pediu que entrássemos e preparou um chá para nós. Ele estava tão debilitado e suas mãos tremiam tanto que continuamente derramava chá no pires. Contei-lhe todos os testemunhos que ouvira a seu respeito nos últimos três anos. As lágrimas começaram a rolar pela sua face, e então ele nos relatou sua história:
“Eu era marinheiro em um navio de guerra australiano. Vivia uma vida condenável. Durante uma crise entrei em colapso. Um dos meus colegas marinheiros, que eu havia incomodado muito, não me deixou sozinho nessa hora e ajudou a me levantar. Conduziu-me a Cristo, e minha vida mudou radicalmente de um dia para outro. Fiquei tão grato a Deus que prometi dar um testemunho simples de Jesus a pelo menos dez pessoas por dia. Quando Deus restaurou minhas forças, comecei a colocar meu plano em prática. Muitas vezes ficava doente e não conseguia cumprir minha promessa, mas assim que eu melhorava recuperava o tempo perdido. Depois que me aposentei, escolhi para meu propósito um lugar na rua George, onde centenas de pessoas cruzavam meu caminho diariamente. Algumas vezes as pessoas rejeitavam minha oferta, mas também havia as que recebiam meus folhetos com educação. Há quarenta anos faço isso, mas até o dia de hoje não tinha ouvido falar de ninguém que tivesse se voltado para Jesus através do meu trabalho”.
Aqui vemos o que é verdadeira dedicação: demonstrar amor e gratidão a Jesus por quarenta anos sem saber de qualquer resultado positivo. Esse homem simples, pequeno e sem dons especiais deu testemunho de sua fé para mais de 150.000 pessoas. Penso que os frutos do trabalho de Mr. Genor que Deus mostrou ao pastor londrino sejam apenas uma fração da ponta do iceberg.
Só Deus sabe quantas pessoas mais foram ganhas para Cristo através desses folhetos e das palavras desse homem. Mr. Genor, que realizou um enorme trabalho nos campos missionários, faleceu duas semanas depois de nossa visita. Você pode imaginar o galardão que o esperava no céu? Duvido que sua foto tenha aparecido alguma vez em alguma revista cristã. Também duvido que alguém tenha visto uma reportagem ilustrada a seu respeito. Ninguém, a não ser um pequeno grupo de batistas de Sydney, conhecia Mr. Genor, mas eu asseguro que no céu seu nome é muito conhecido.
O céu conhece Mr. Genor, e podemos imaginar vividamente a maravilhosa recepção que ele teve quando entrou por suas portas. (extraído de Worldmissions – redação final: Werner Gitt)

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Missão israelense no Haiti é a que mais atende feridos graves

O hospital de campanha montado pela equipe humanitária israelense no Haiti está sendo chamado pelas demais equipes internacionais de socorristas de "Hospital Rolls Royce", por conta do número e da qualidade de recursos disponíveis.


A capacidade de atendimentos prevista para o hospital é de 500 pacientes por dia, mas é comum que esta quantidade seja ultrapassada, por conta do enorme número de pessoas feridas.



Desde o último dia 13 de janeiro, quando diversas missões internacionais começaram a se instalar na capital haitiana para prestar socorro às vítimas do terremoto que devastou o país, a base dos israelenses tem atendido aos casos mais urgentes.


Com um longo histórico de missões humanitárias ao redor do mundo, os mais de 200 homens e mulheres israelenses conseguiram instalar em Porto Príncipe um centro com uma farmácia completa; uma ala pediátrica; um departamento de radiologia de alta tecnologia; uma Unidade de Terapia Intensiva completa, e ainda uma sala de emergência; duas salas de cirurgia; uma maternidade e um departamento de medicina interna.

Mais da metade do contingente de Israel no Haiti é composto de militares especializados em busca e resgate sobre ruínas e identificação de corpos. O restante da missão possui 40 médicos, 44 enfermeiras e 20 paramédicos, todos pertencentes à Magen David Adom, organização equivalente à Cruz Vermelha de Israel. Por ser o mais equipado, o hospital de campanha israelense tem recebido os casos mais graves, cujas demais unidades internacionais não têm capacidade de atender.


Um destes casos foi o de uma mulher grávida ferida num desabamento e em avançado trabalho de parto. O menino foi batizada de "Israel", em homenagem aos paramédicos. A equipe da rede ABC filmou o procedimento.


Uma mulher haitiana grávida de oito meses chegou ao hospital de campanha das Forças de Defesa de Israel no país. Ela deu à luzum menino saudável, que recebeu o nome de Israel (acesse aqui)

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

A Igreja de Laodicéia

A Igreja que acha que tem tudo, mas é cega, pobre e nua, está prestes a ser vomitada da boca de Cristo.
Assista esta ministração que aconteceu na chamada da meia noite


quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

3 Perguntas sobre o Fim dos Tempos


"Tendo Jesus saído do templo, ia-se retirando, quando se aproximaram dele os seus discípulos para lhe mostrar as construções do templo. Ele, porém, lhes disse: Não vedes tudo isto? Em verdade vos digo que não ficará aqui pedra sobre pedra que não seja derribada. No monte das Oliveiras, achava-se Jesus assentado, quando se aproximaram dele os discípulos, em particular, e lhe pediram: Dize-nos quando sucederão estais coisas e que sinal haverá da tua vinda e da consumação do século. E ele lhes respondeu: Vede que ninguém vos engane. Porque virão muitos em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo, e enganarão a muitos. E, certamente, ouvireis falar de guerras e rumores de guerras; vede, não vos assusteis, porque é necessário assim acontecer, mas ainda não é o fim. Porquanto se levantará nação contra nação, reino contra reino, e haverá fomes e terremotos em vários lugares; porém tudo isto é o princípio das dores. Então, sereis atribulados, e vos matarão. Sereis odiados de todas as nações, por causa do meu nome. Nesse tempo, muitos hão de se escandalizar, trair e odiar uns aos outros; levantar-se-ão muitos falsos profetas e enganarão a muitos. E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor se esfriará de quase todos. Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo. E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então virá o fim. Quando, pois, virdes o abominável da desolação de que falou o profeta Daniel, no lugar santo (quem lê entenda), então, os que estiverem na Judéia fujam para os montes; quem estiver sobre o eirado não desça a tirar de casa alguma coisa; e quem estiver no campo não volte atrás para buscar a sua capa. Ai das que estiverem grávidas e das que amamentarem naqueles dias! Orai para que a vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado; porque nesse tempo haverá grande tribulação, como desde o princípio do mundo até agora não tem havido e nem haverá jamais. Não tivessem aqueles dias sido abreviados, ninguém seria salvo; mas, por causa dos escolhidos, tais dias serão abreviados. Então, se alguém vos disser: Eis aqui o Cristo! Ou: Ei-lo ali! Não acrediteis; porque surgirão falsos cristos e falsos profetas operando grande sinais e prodígios para enganar, se possível, os próprios eleitos. Vede que vo-lo tenho predito. Portanto, se vos disserem: Eis que ele está no deserto!, não saiais. Ou: Ei-lo no interior da casa!, não acrediteis. Porque, assim como o relâmpago sai do oriente e se mostra no ocidente, assim há de ser a vinda do Filho do Homem."
Onde estiver o cadáver, aí se ajuntarão os abutres" (Mt 24.1-28).
Sobre os acontecimentos dos tempos finais, é recomendável ler também os versículos restantes de Mateus 24 e todo o capítulo 25. A respeito, vamos perguntar-nos:
1. A quem Jesus dirigiu, em primeiro lugar, as palavras de Mateus 24 e 25?
A resposta é: basicamente aos judeus – e não à Igreja
• Nessa ocasião a Igreja ainda era um mistério. Somente no Pentecoste ela foi incluída no agir de Deus e, posteriormente, revelada através de Paulo.
• Portanto, o texto também não está falando do arrebatamento, quando Jesus virá para buscar Sua Igreja, mas trata da volta de Jesus em grande poder e glória para Seu povo Israel, após a Grande Tribulação (Mt 24.29-31). Jesus só falou do arrebatamento mais tarde, pouco antes do Getsêmani, como está registrado em João 14. Até então os discípulos, como judeus, só sabiam da era gloriosa do Messias que viria para Israel (por exemplo, Lucas 17.22-37).
• Os discípulos a quem Jesus Se dirigiu em Mateus 24 e 25 evidentemente eram judeus. Em minha opinião, eles simbolizam o remanescente judeu fiel, que crerá no Messias no tempo da Grande Tribulação.
• No sermão profético do Senhor Jesus no Monte das Oliveiras, Ele predisse como será a situação dos judeus no período imediatamente anterior à Sua volta.
• Falsos profetas e falsos cristos, como são chamados em Mateus 24.5,23,26, representam um perigo para Israel. A Igreja enfrenta outros perigos, pois deve preocupar-se mais com falsos mestres, falsos apóstolos e falsos evangelistas e em discernir os espíritos (2 Co 11.13; 2 Pe 2.1; Gl 1.6-9). Filhos de Deus renascidos pelo Espírito Santo certamente não vão sucumbir às seduções de falsos cristos e cair nesses enganos.
• O "abominável da desolação" (Mt 24.15) diz respeito claramente à terra judaica, ao templo judaico e aos sacrifícios judeus. Já o profeta Daniel falou a respeito. E Daniel não falava da Igreja, mas de "teu povo... e de tua santa cidade" (Dn 9.24).
• A frase: "então, os que estiverem na Judéia fujam para os montes" (Mt 24.16), é bem clara. Trata-se nitidamente da terra de Israel. Pois no Novo Testamento a Igreja de Jesus nunca é conclamada a fugir para os montes.
• Igualmente o texto que fala do sábado diz respeito aos judeus, aos seus costumes e suas leis (v. 20).
• Também a parábola da figueira (v. 32) é uma representação simbólica da nação judaica. Do mesmo modo, a expressão "esta geração" (v. 43) aplica-se a Israel.
2. A que época o Senhor se refere em Mateus 24?
A resposta à pergunta anterior nos conduz automaticamente ao tempo em que esses fatos acontecerão. Trata-se da época em que Deus começará a agir novamente com Seu povo Israel de maneira coletiva, levando o povo da Aliança ao seu destino final (v. 3), que é a vinda do seu Messias e o estabelecimento de Seu reino. O centro de todas as profecias de Mateus 24 e 25 é ocupado pelos sete anos que são os últimos da 70ª semana de Daniel (Dn 9.24-27). Devemos estar cientes de que esse período é a consumação do século, o encerramento de uma era, e não apenas o transcorrer de um tempo. O sinal do fim dos tempos é a última semana, a 70ª semana de Daniel.
Todos os sinais que o Senhor Jesus predisse em Mateus 24, que conduzirão à Sua vinda visível (v. 30), têm seus paralelos no Apocalipse, nos capítulos de 6 a 19. Mas nessa ocasião a Igreja de Jesus já terá sido arrebatada, guardada da "hora da provação" (Ap 3.10).
Os últimos sete anos – divididos em três etapas (Mt 24.4-28)
1. Os versículos 4-8 descrevem, segundo meu entendimento, a primeira metade da 70ª semana de Daniel.
O versículo 8 diz claramente: "porém tudo isto é o princípio das dores". As dores não dizem respeito a uma época qualquer, elas definem especificamente o tempo da Tribulação, comparado na Bíblia "às dores de parto de uma mulher grávida" (1 Ts 5.3; veja também Jr 30.5-7).
O princípio das dores são os primeiros três anos e meio da 70ª semana. Assim como existem etapas iniciais e finais nas dores que antecedem um parto, também esses últimos 7 anos dividem-se em duas etapas de três anos e meio. Há um paralelismo e uma concordância quase literal entre Mateus 24.4-8 e Apocalipse 6, onde o Senhor abre os selos de juízo:
• Falsos cristos (Mt 24.5) – primeiro selo: um falso cristo (Ap 6.1-2).
• Guerras (Mt 24.6-7) – segundo selo: a paz será tirada da terra (Ap 6.3-4).
• Fomes (Mt 24.7) – terceiro selo: um cavaleiro montado em um cavalo preto com uma balança em suas mãos (Ap 6.5-6).
• Terremotos (Mt 24.7), epidemias (Lc 21.11) – quarto selo: um cavaleiro montado em um cavalo amarelo, chamado "Morte" (Ap 6.7-8).
2. Nos versículos 9-28 temos a descrição da Grande Tribulação, ou seja, a segunda metade (três anos e meio) da 70ª semana de Daniel.
• Nesse tempo muitos morrerão como mártires (Mt 24.9) – quinto selo (Ap 6.9-11).
• Coisas espantosas e grandes sinais no céu anunciam a chegada do grande dia da ira do Senhor (Lc 21.11) – sexto selo (Ap 6.12-17).
• Em Israel, muitos trairão uns aos outros (Mt 24.10, veja também Mt 10.21).
• O engano e a impiedade se alastrarão, o amor esfriará, significando que muitos apostatarão de sua fé (Mt 24.11-12, veja 2 Ts 2.10-11). Quem perseverar até o fim verá a volta do Senhor e entrará no Milênio (Mt 24.13).
• O Evangelho do Reino será pregado por todo o mundo (v. 14). Ele não deve ser confundido com o Evangelho da graça, anunciado atualmente. O Evangelho do Reino é a mensagem que será transmitida no tempo da Tribulação pelo remanescente e pelos 144.000 selados do povo de Israel, chamando a atenção para a volta de Jesus, que então virá para estabelecer Seu Reino (compare Apocalipse 7 com Mateus 10.16-23).
3. Mateus 24.15 refere-se à metade da 70ª semana de Daniel, o começo dos últimos três anos e meio de tribulação.
A "abominação desoladora" não teve seu cumprimento na destruição do templo em 70 d.C., pois refere-se à afirmação de Daniel, que aponta claramente para o fim dos tempos (Dn 12.1,4,7,9,11).
• A profecia da "abominação desoladora" de Daniel teve um pré-cumprimento aproximadamente em 150 a.C., na pessoa de Antíoco Epifânio. Daniel 11.31 fala a respeito.
• A "abominação desoladora" cumpriu-se parcialmente em 70 d.C. através dos romanos, que destruíram o templo.
• Mas "abominável da desolação" de que Jesus fala em Mateus 24.15 será estabelecido apenas pelo anticristo, vindo a ter seu cumprimento pleno e definitivo na metade dos últimos sete anos (como profetizado em Daniel 12). Essa profecia de Daniel é claramente para o tempo do fim (vv. 4,9), referindo-se a um tempo de tão grande angústia como jamais houve antes (v. 1), que durará "um tempo, dois tempos e metade de um tempo". É dessa Grande Tribulação, desse período de imenso sofrimento e angústia, que Jesus fala em Mateus 24.21 (veja Jr 30.7).
Nos versículos a seguir, de 16 a 28, o Senhor Jesus explica como o remanescente dos judeus deve comportar-se durante a Grande Tribulação:
• Eles devem fugir (veja Ap 12.6).
• Esses dias serão abreviados para três anos e meio, para que os escolhidos sejam salvos.
• Falsos cristos e falsos profetas farão milagres e sinais (veja Ap 13.13-14).
• Mas então, finalmente, diante dos olhos de todos, o Senhor virá "como o relâmpago sai do oriente e se mostra até no ocidente". Esses dias da ira de Deus (Lc 21.22), ou melhor, esses dias da ira de Deus e do Cordeiro (Ap 6.17), são descritos assim: "Onde estiver o cadáver, aí se ajuntarão os abutres" (Mt 24.28). O "cadáver" representa o judaísmo apóstata, afastado de Deus, e o sistema mundial sob a regência do anticristo, no qual reinará a morte e o "hades". Os "abutres" simbolizam o juízo de Deus.
Como já foi mencionado, não creio que em Mateus 24.15 o Senhor Jesus esteja referindo-se à destruição do templo em 70 d.C., mas penso que Ele está falando do tempo do fim. Ele menciona a destruição do templo e de Jerusalém em Lucas 21, fazendo então a ligação com os tempos finais. Aliás, este é o sentido dos quatro Evangelhos: apresentar ênfases diferenciadas dos relatos. Os Evangelhos tratam da profecia como também nós devemos fazê-lo, manejando bem a palavra da verdade (2 Tm 2.15).
Em Lucas 21.20 e 24 o Senhor diz: "Quando, porém, virdes Jerusalém sitiada de exércitos, sabei que está próxima a sua devastação. Cairão ao fio da espada e serão levados cativos para todas as nações; e, até que os tempos dos gentios se completem, Jerusalém será pisada por eles." Isso cumpriu-se em 70 d.C.
Mas Mateus 24 menciona algo que não aparece no Evangelho de Lucas, pois cumprir-se-á apenas nos tempos do fim: "o abominável da desolação" (v. 15).
No Evangelho de Lucas, que trata primeiro da destruição do templo em 70 d.C., está escrito: "...haverá grande aflição na terra" (Lc 21.23) (não está escrito: "grande tribulação"). Mas em Mateus 24, que em primeira linha fala dos tempos do fim, lemos sobre uma "grande tribulação" "como desde o princípio do mundo até agora não tem havido e nem haverá jamais" (v. 21). A expressão "grande tribulação" diferencia nitidamente a angústia de 70 d.C. da "grande tribulação" no final dos tempos.
3. Qual é a mensagem desse texto bíblico para nós hoje?
Essa passagem tem forte significado para os crentes de hoje, pois sabemos que os impressionantes acontecimentos da Grande Tribulação lançam suas sombras diante de si e que, por essa razão, o arrebatamento da Igreja deve estar muito próximo.
• Nosso mundo está muito inquieto. Há conflitos em muitos países e torna-se mais e mais evidente a possibilidade de guerras devastadoras em futuro próximo. Mais de 400.000 cientistas estão atualmente ocupados em melhorar sistemas bélicos ou em desenvolver novos armamentos.
• Grande parte da humanidade passa fome.
• Terremotos, tempestades, inundações e doenças imprevisíveis, além de outros fenômenos e catástrofes da natureza, aumentam dramaticamente em progressão geométrica, como as dores de parto da que está para dar à luz.
• Grande parte dos cristãos é perseguida. Muitos chegam a falar de uma "escalada" nas perseguições nos últimos anos.
• Também a sedução e o engano através de falsas religiões é comparável a uma avalanche. O clamor pelo "homem forte" torna-se mais audível. Qualquer coisa passa a ser anunciada como "deus" ou "salvador" – e as pessoas agarram-se ansiosas a essas ofertas enganosas. Ao mesmo tempo acontece uma apostasia nunca vista, um crescente afastamento da Bíblia e do Deus vivo.
As dores da Grande Tribulação anunciarão a vinda do Filho do Homem. Não nos encontramos diante do fim do mundo, mas nos aproximamos do fim de nossa era (Mt 24.3). O Filho de Deus não nos trará o fim, mas um novo começo. Jesus Cristo não é apenas a esperança para o futuro do mundo, mas a esperança para toda pessoa, para cada um que invocar Seu Nome!
(Norbert Lieth - http://www.chamada.com.br)Publicado anteriormente na revista Notícias de Israel, setembro de 2000.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Um novo ano, e ninguém sabe para onde ir!

Norbert Lieth

Para cada um de nós, o ano novo traz uma pergunta implícita: O que está por vir? O que terei de enfrentar? Como será minha vida neste novo ano? Através da história de Abraão, Deus nos dá mostras de que podemos confiar nEle.

Lemos no chamado capítulo dos heróis da fé: “Pela fé, Abraão, quando chamado, obedeceu, a fim de ir para um lugar que devia receber por herança; e partiu sem saber aonde ia” (Hb 11.8). O homem de hoje está concentrado em ter garantias e em ter um plano bem organizado. Ele quer saber por qual caminho seguir e se pergunta no que pode confiar.

Resumindo: ele quer considerar todas as eventualidades para poder calcular de forma exata e com antecedência quais atitudes deve tomar. Dificilmente alguém estará disposto a ir para algum lugar ou a assumir alguma tarefa sem conhecer os detalhes, sem determinadas premissas e garantias.

A história da vida de Abraão também toca a nossa vida. No começo havia incerteza, mas no fim ele se transformou em exemplo e até no pai de todos aqueles que crêem (Rm 4.11).

O motivo foi a sua confiança inabalável no Deus vivo e em Suas promessas. A maior segurança em meio a todas as inseguranças deste mundo é crer na Bíblia.

Abraão não podia fazer nada além de acreditar naquilo que Deus lhe dizia. Essa atitude de fé é o mais importante que uma pessoa pode ter. A vida de Abraão foi marcante porque ele obedeceu pela fé e atendeu ao chamado divino.

Sua fé foi colocada em prática. Fé e ação andam juntas como o violino e o arco, ou como a chave e a fechadura de uma porta. Se falta uma parte, a outra é inútil, pois não há como tocar uma bela melodia, não há como abrir ou fechar a porta. Abraão tinha “somente” a palavra de Deus.

O Senhor chamou-o a sair de seu país, a deixar seus relacionamentos e abandonar tudo o que tinha conseguido até então – sem saber para onde iria. Mas, olhando para o restante da história de sua vida, reconhecemos o maravilhoso objetivo que Deus alcançou com Abraão.

Entramos em um novo ano sem saber para onde ele nos levará. Talvez o Senhor Jesus tenha colocado em seu coração um certo fardo, um desejo de fazer alguma coisa em Seu Nome, e talvez você tenha de dar um passo ousado. Também pode ser que você tenha sido chamado por Deus para executar uma tarefa mas não sabe como continuar nem para onde isso o levará. Abraão simplesmente se pôs a caminho, impelido pelo poder da Palavra de Deus.

No começo deste novo ano é muito importante ter isto diante de nossos olhos: precisamos nos pôr a caminho, juntar forças a cada momento e orientar-nos para o alvo. E nosso alvo são as coisas de Deus. É perfeitamente possível que durante o trajeto sejamos assaltados pelo medo, pois a dor, a tristeza, as preocupações e outros sofrimentos podem surgir em nossa vida.

Pode ser que às vezes fiquemos resignados no caminho. Mas isto não deve impedir-nos de continuar marchando em direção ao desconhecido, ao futuro – confiando nas firmes promessas de Deus. É exatamente nessa área da nossa vida que a nossa fé no Senhor precisa de um novo impulso.

Depois de listar os heróis da fé (Hebreus 11), a Bíblia nos diz como alcançar o alvo: “...olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus, o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus.

Considerai, pois, atentamente, aquele que suportou tamanha oposição dos pecadores contra si mesmo, para que não vos fatigueis, desmaiando em vossa alma” (Hb 12.2-3).

Depois que Abraão chegou à Terra Prometida, ele teve de suportar muitos testes de sua fé. Enfrentou a tentação de confiar mais em sua própria carne do que no Senhor que havia lhe dado a promessa. Em algumas situações de crise, tomou as rédeas em suas próprias mãos e foi derrotado. Mas o Senhor, em quem Abraão tinha depositado sua confiança, não o deixou cair. No fim, triunfaram a fé de Abraão em Deus e a fidelidade de Deus para com Seu amigo.

O autor da carta aos Hebreus descreve a fé de Abraão com as seguintes palavras: “Pela fé, peregrinou na terra da promessa como em terra alheia, habitando em tendas com Isaque e Jacó, herdeiros com ele da mesma promessa” (Hb 11.9).

Fé e ação andam juntas como o violino e o arco... Se falta uma parte, a outra é inútil.

Nós também podemos, neste ano recém-iniciado, manter a fé nas promessas de Deus, mesmo quando os outros não nos compreendem e mesmo quando nos vêem como “estrangeiros” em seu meio. A fé em Jesus Cristo, em quem todas as promessas têm o “Sim” de Deus e por quem é o “Amém” (2 Co 1.20), nos ajudará a superar tudo o que é passageiro nesta terra até chegarmos ao grande alvo final.

O caminho da nossa existência vai da tenda passageira da vida terrena para junto do Deus eterno.

O objetivo de vida de Abraão era o mais elevado que uma pessoa pode almejar. Ele não somente sonhava com uma cidade melhor, mas a aguardava com expectativa viva e cheia de esperança: “...porque aguardava a cidade que tem fundamentos, da qual Deus é o arquiteto e edificador” (Hb 11.10).

Abraão morreu e não conheceu esse lugar durante sua vida na terra, mas ainda assim ele esperava pela cidade eterna de Deus.

Não sabemos quando Jesus voltará; portanto, seria tolo tentar fazer algum cálculo. Mas uma coisa é certa: também neste ano podemos esperar pela volta de Jesus e pela Jerusalém eterna.

Quer o Senhor volte neste ano ou não, quer vejamos o Arrebatamento ou tenhamos de morrer antes – o objetivo e a esperança é a vida eterna com o Senhor, que nos comprou por Seu precioso sangue e que voltará para a Sua Igreja. Um dia isto acontecerá: os mortos em Cristo e aqueles que ainda estiverem vivos serão arrebatados para a presença do Senhor (1 Ts 4.15-17) e terão sua morada na Jerusalém celestial (Ap 21.9-10).

Abraão acreditava nessa cidade. E quando foi convocado a sacrificar seu único filho, Isaque, a respeito de quem o Senhor tinha feito tantas promessas, ele “considerou que Deus era poderoso até para ressuscitá-lo dentre os mortos” (Hb 11.19).

Sejamos cristãos que esperam pelo seu Senhor, neste novo ano mais do que nunca! Então valerá também para nós a maravilhosa promessa: “Porque guardaste a palavra da minha perseverança, também eu te guardarei da hora da provação que há de vir sobre o mundo inteiro, para experimentar os que habitam sobre a terra” (Ap 3.10).

Neste sentido, desejamos a todos os nossos leitores um ano novo ricamente abençoado pelo
Senhor. Maranata! (Norbert Lieth - http://www.chamada.com.br)Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

NATAL - UMA FESTA PARA SER COMEMORADA OU ESQUECIDA?


Por Pr. Alexandre Farias

A maior festa de aniversário do Mundo está chegando!

O profeta Isaias declarou em alta e boa voz “Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o principado está sobre os seus ombros, e o seu nome será: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade e Príncipe da Paz”.

Alguns evangélicos não comemoram o natal porque afirmam que não foi neste dia que Jesus nasceu, que o natal é uma festa pagã e que o simbolismo do natal não faz parte do contexto cristão.

Será que nós pecamos em comemorar o nascimento de Jesus?

Será que Jesus não teria condições em nascer no mês de Dezembro?

Será que não devemos comemorar o natal porque não sabemos o dia correto do seu nascimento?

Eu quero abordar estas e outras questões neste artigo para que você possa fazer uma reflexão sobre a importância deste dia.

ORIGEM DO NATAL

Natal vem do latim "natale" que significa nascimento.Os cristãos primitivos não comemoravam o natal, logo na metade do século III depois de Cristo, Hipólito, bispo de Roma, escolheu a data de 2 de Janeiro para comemorar o nascimento de Jesus,mas a data não foi aceita por todos os cristãos onde escolheram outras datas para comemorar o nascimento de Jesus.

Só em 325 a 354 d.C. foi decidido que a comemoração do natal seria em 25 de Dezembro .

A bíblia não registra o dia específico do nascimento de Jesus, mas diz que este dia seria de muita alegria e prazer e que muitos se alegrariam pelo nascimento de Jesus porque este momento é especial para Deus.

Lucas 1v. 14 –15 - E terás prazer e alegria, e muitos se alegrarão no seu nascimento, Porque será grande diante do Senhor.

Por mais que esta data seja incerta, que o dia ou o mês não seja este, isto não é motivo para que o Natal não seja comemorado por aqueles que expressam o amor de Deus. Isto seria um argumento irrelevante demais para não comemorar um dia especial como este.

Muitas pessoas nasceram em dias diferentes dos que foram registrados em sua certidão de nascimento, isto não faz com que elas não comemorem o seu aniversário. O aniversário não tem sua base sustentável no dia, mas no fato do nascimento.

O que importa é que JESUS NASCEU e por isso o povo de Deus deve se alegrar.O Teólogo Nilson Fontenelli Piedade faz uma colocação sobre o Natal que “quem não tem interesse de comemorar a Encarnação de Cristo pode estar sendo influenciado pelo espírito do Anticristo, ele faz esta afirmação baseado em I João 4v. 2-3 “Nisto conhecereis o Espírito de Deus: Todo o espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus; E todo o espírito que não confessa que Jesus Cristo veio em carne não é de Deus; mas este é o espírito do anticristo, do qual já ouvistes que há de vir, e eis que já está no mundo.”Se este não foi o dia certo do nascimento de Cristo, não importa, pois o mais importante é a comemoração da Encarnação de Cristo, de que Jesus nasceu para trazer a salvação para o homem.Será que alguns cristãos não estão herdando algumas doutrinas ou costumes dos Testemunhas de Jeová?

TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NÃO COMEMORAM ANIVERSÁRIOS

Segundo eles, um dos argumentos para não comemorar aniversário é que nenhum herói da fé comemorou o seu aniversário e que a bíblia relata apenas dois aniversários – o de Faraó e de Herodes - e que esta data foi marcada pela morte. O Natal também não é comemorado pelos Testemunhas de Jeová.Estes argumentos não são sólidos para que o natal e nem as festas de aniversário sejam esquecido.

Voltando um pouco para analisar esta questão, achamos festas que nos dão a referência de que poderiam ser festas de aniversários :Jó - um homem justo diante do Senhor celebrava festas com os seus filhos. Poderiam ser festa de aniversário por um detalhe: Eles participavam de banquetes cada um por sua vez.Jó 1v. 4 - E iam seus filhos à casa uns dos outros e faziam banquetes cada um por sua vez; e mandavam convidar as suas três irmãs a comerem e beberem com eles.

A frase esta bem clara, “iam ao seus filhos à casa dos outros e faziam banquetes cada UM POR SUA VEZ”, esta pode ser uma referência de festa de aniversário.Voltando a Faraó e Herodes, a história nos demonstra que eles eram homens que matavam em qualquer dia e qualquer hora, não precisava ser em no dia do seu aniversário para matar alguém.

Outro fato interessante é que não foi só a morte, mas a vida também fez parte do aniversário de Faraó, o copeiro foi solto no dia do aniversário de Faraó.Se apegarmos a esta posição, temos também um fato que nos dá o direito de celebrar a vida, Faraó deu a vida ao copeiro !

Gênesis 40 v.20-21 - E aconteceu ao terceiro dia, o dia do nascimento de Faraó, que fez um banquete a todos os seus servos; e levantou a cabeça do copeiro-mor, e a cabeça do padeiro-mor, no meio dos seus servos. E fez tornar o copeiro-mor ao seu ofício de copeiro, e este deu o copo na mão de Faraó...

Além disso, os aniversários de casamento são comemorados pelos testemunhas de Jeová, o aniversário da instituição também foi comemorada em seu centenário, ou seja, não podemos ter 2 pesos e duas medidas.

Outro fator que as testemunhas de Jeová se apegam para não comemorar aniversários é que para eles o dia da morte é melhor do que o dia do nascimento.

Baseados em um texto fora do contexto para arrumar um pretexto, eles ainda conseguem citar uma referência bíblica:Eclesiastes 7 v. 1 - MELHOR é a boa fama do que o melhor ungüento, e o dia da morte do que o dia do nascimento de alguém.Mas será que a Bíblia não dá nenhuma referência sobre o dia do nascimento de Cristo?

Será que ela cita em algum momento que não devemos comemorar o nascimento de Jesus?

A bíblia nos dá razão para comemorar o nascimento de Jesus porque o próprio Deus fez questão de deixar escrito que este dia seria um dia de alegria e prazer e que este dia seria grande diante do Senhor.

Lucas 1v. 14 –15 - E terás prazer e alegria, e muitos se alegrarão no seu nascimento, Porque será grande diante do Senhor,Este dia foi anunciado por anjos, em suas palavras o nascimento de Jesus é um dia de boas novas e de gande alegria para todo o povo porque nasceu o salvador que é Cristo.

Lucas 2 v. 10 - 14 : E o anjo lhes disse: Não temais, porque eis aqui vos trago novas de grande alegria, que será para todo o povo: Pois, na cidade de Davi, vos nasceu hoje o Salvador, que é Cristo, o Senhor. E isto vos será por sinal: Achareis o menino envolto em panos, e deitado numa manjedoura. E, no mesmo instante, apareceu com o anjo uma multidão dos exércitos celestiais, louvando a Deus, e dizendo: Glória a Deus nas alturas, Paz na terra, boa vontade para com os homens.

Se a Bíblia diz que o dia do seu nascimento foi comemorado por anjos, que este dia é um dia de alegria e jubilo diante do Senhor – como é que alguns podem dizer que este dia não deve ser comemorado?

Se Deus se alegrou com o nascimento de Jesus porque o homem ainda acha motivos para barrar esta comemoração?Outro detalhe a ser questionado pelos cristãos é que no dia 25 de Dezembro era comemorado o dia do sol, o deu Mitra. Mas isto é motivo para que o povo de Deus não comemore o natal?Pelo contrário, isto é um motivo a mais para que possamos comemorar o Natal.

O DIA O DO SOL – 25 DE DEZEMBRO

O Império Romano comemorava a festividade do Sol Invicto no dia 25 de Dezembro, festa esta que era celebrada pelos adoradores do Sol. Estes adoradores eram identificados com Mitra.

O Mitraismo era um culto semelhante ao cristianismo, quando o dia 25 de Dezembro foi cogitado para o nascimento de Cristo, houve um grande conflito, mas quem venceu foi Jesus Cristo.

Neste dia, o cristianismo desbancou a festividade pagã.Particularmente, eu acredito que isto não foi por acaso, mas uma profecia que considerado como messiânica.

O profeta Malaquias profetizou no Capitulo 4v. 2 "Mas vós, os que temeis o meu nome, nascerá o sol da justiça, e cura trará nas suas asas; e saireis e saltareis como bezerro da estrebaria."

Esta foi uma profecia na qual ninguém comenta, mas que tem sentido quando ligamos com o dia da comemoração do natal?

O sol da justiça nasceu (Jesus) e o costume pagão foi esquecido ao longo dos anos, até hoje Cristo é honrado pelo seu nascimento no dia em que se comemorava o dia do sol.

A Luz de Cristo, o sol da justiça, estampou nos ares a sua glória e a sua onipotência tomando o lugar devido, a adoração do homem em uma data específica.Este acontecimento deu um novo rumo ao que era comemorado, uma festa pagã foi substituída por uma comemoração cristã.

Seria como se o carnaval fosse esquecido por uma comemoração em louvor a Deus, como se o dia de halloween fosse esquecido pela comemoração em louvor a Jesus. Se estes dias fossem substituídos para dar lugar a honra e glória ao Senhor, você não comemoraria?

A pergunta é: Se acontecesse a troca destes dias por uma comemoração Cristã, você comemoraria com alegria ou não?Acredito que seria uma grande vitória para o povo cristão, não importa o que se comemorava, mais o que passa a ser comemorado.

Faça um paralelo ao dia 12 de Outubro.O que você comemora no dia 12 de Outubro?

O dia da Aparecida ou o dia das crianças? Você não dá presentes aos seus filhos porque este dia é comemorado pelos católicos?

Então, pense comigo: Não importa se o dia é ou não 25 de Dezembro, o que devemos fazer é exaltar o nascimento de JESUS!

O Fato de Jesus ter nascido e dado a nós a oportunidade de salvação.Isto já nos dá um gozo em nossa alma porque o plano de Deus estava sendo concretizado, a aliança entre você e Deus, a comunhão do homem com Deus foi estabelecido pela morte de Cristo e para morrer, é necessário nascer.

Uma das questões mais discutidas no meio cristão é a questão do inverno e verão, mas será que Jesus não poderia nascer no Inverno?

JESUS NASCEU NO INVERNO OU NO VERÃO?

Existem teólogos e estudiosos sobre o tema que defendem as duas possibilidades: de que Jesus ter nascido no inverno e outros dizem que não.Vale a pena conhecer as duas posições para abrir o seu leque de informações sobre o assunto.

JESUS NÃO NASCEU NO INVERNO

Alguns levantam o problema do recenseamento determinado por Cesar Augusto no inverno, para eles, não seria possível viajar no deserto devido a temperatura. (Lucas 2 v. 1-2).

O fato do deslocamento de uma grande quantidade de pessoas de um local para o outro não seria comum ou apropriado no inverno, então alguns entendem que o nascimento de Jesus poderia ter acontecido no período entre Abril e Novembro.

Outro fator é que os pastores estavam no campo durante a noite, para quem já vez uma viagem a Israel, é de conhecimento que à noite, o frio é muito forte e que os pastores não conseguiriam agüentar a temperatura e não seria possível estar com o rebanho.Mas será que viajar no verão também não seria difícil pela alta temperatura que o deserto também proporciona?

JESUS PODE TER NASCIDO NO INVERNO

Eu gostaria de colocar uma posição contrária que pode ser que o nascimento de Jesus aconteceu no Inverno.Levando em conta que foi decretado pelo Imperador, ele não poderia ser questionado e nem desobedecido, os governantes romanos poderiam pedir o recenseamento a qualquer momento, não importando se estava no inverno ou no verão.

O recenseamento Romano tinha duas finalidades:
1- Declaração dos nomes das pessoas, sua ocupação, esposas, filhos, servos e propriedades.
2- Declaração do valor de suas propriedades, do dinheiro e outros recursos com que esperavam contribuir para a manutenção do governo, o fornecimento de homens e dinheiro.

Não sabemos a necessidade do governo nesta época, muitos judeus reclamavam do julgo dos romanos.

A espera de um libertador de Israel terreno era algo que todos esperavam ansiosamente porque não suportavam mais viver debaixo das vontades do governo Romano.

Outro fato que deve ser levada em conta é que Jesus não nasceu no relento como é demonstrado nos presépios, ele nasceu na estrebaria.

As casas normalmente tinham um lugar para colocar os animais, era como uma garagem, o que muitos livros chamam de primeiro plano da casa. Este lugar era disponibilizado para guardar os animais do frio.

Jesus estava na manjedoura, isto para alguns defensores do inverno demonstra que Jesus estava dentro da casa, ele estava protegido do frio.Na questão dos pastores que estariam com as ovelhas no campo, existe uma posição de R.N.Champlin que indica que as ovelhas reservadas para o sacrifício no templo eram postas a pastar nos campos e que circundavam Belém, que as ovelhas para o sacrifício não poderiam ser confinadas, elas teriam que ser criadas em pasto aberto.

Então se fosse inverno ou verão não importaria.

Estes pastores deveriam ser homens preparados para esta tarefa, cuidando das ovelhas que eram em beneficio a adoração efetuada no templo.O fato é que as primeiras pessoas abençoadas com a notícia, foram eles.

Os pastores foram abençoados por Deus e tiveram a oportunidade de ver o menino Jesus que seria a substituição dos sacrifícios, por amor e submissão à ordem do Senhor.

Deus tinha dado aos pastores a certeza de que aquele sacrifício de ficar tomando conta das ovelhas tanto no inverno como no verão ao relento, iria acabar em breve, em outros argumentos teológicos, a visita dos anjos aos pastores foi um presente do próprio Deus aos pastores pela fidelidade por guardar os animais.

Eles foram os primeiros a serem aviados da chegada do Messias.O interessante é que estes animais eram criados nas regiões de Belém e Jesus nasceu em Belém!

ELE NASCEU PARA MORRER POR NÓS !

As datas e o tempo ficam em segundo plano para o Cristão, o que não podemos esquecer é que Jesus foi uma promessa de Deus para resgatar o Homem.Quando olho para a Bíblia o nascimento de Jesus indica esperança - Ele é o libertador, o profeta, o sacerdote, e o próprio sacrifício.Para qualquer cristão o natal deve lembrar a materialização do Amor de Deus, a revelação do próprio Deus para o homem, a porta que nos dá entrada ao reino Celestial.

Antes de Jesus morrer, ele precisou nascer!

E a sua morte nos trouxe o nascimento espiritual.

Por isso quero lembrar Isaias 53:Quem deu credito a nossa pregação? E a quem se manifestou o braço do Senhor?Porque foi subindo como um renovo perante ele, e como raiz de uma terra seca; não tinha beleza nem formosura e, olhando nós para ele, não havia boa aparência para que o desejássemos.

Era desprezado, e o mais rejeitado entre os homens, homem de dores, experimentado nos trabalhos e, como um de quem os homens escondiam o rosto, era desprezado, e não fizemos caso dele caso algum. Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si, e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido.

Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniqüidades, o castigo que nos trouxe a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. Todos nós estávamos desgarrados como ovelhas, cada um se desviava pelo seu caminho; mas o Senhor fez cair sobre ele à iniqüidade de nós todos.

Ele foi oprimido e afligido, mas não abriu a boca, como um cordeiro foi levado ao matadouro, e como ovelha muda perante os seus tosquiadores, assim ele não abriu a boca.Da opressão e do juízo foi tirado, e quem contará o tempo de sua vida?

Porquanto foi cortado da terra dos viventes, pela transgressão do meu povo ele foi atingido. E puseram a sua sepultura com os ímpios, e com o rico na sai morte; ainda que nunca cometeu injustiça, nem houve engano na sua boca.Todavia, ao Senhor agradou moê-lo fazendo enfermar, quando sua alma se puser por expiação do pecado, verá a sua posteridade, prolongará aos seus dias, e o bom prazer do Senhor prosperará na sua mão.

Ele verá o fruto do trabalho da sua alma, e ficará satisfeito; com o conhecimento o meu servo, o justo, justificará a muitos, porque as iniqüidades deles levará sobre si.

Por isso lhe darei a parte de muitos, e com os poderosos repartirá ele o despojo; porquanto derramou a sua alma na morte, e foi contado com os transgressores, mas ele levou sobre si o pecado de muitos, e intercedeu pelos transgressores.


ELE NASCEU PARA MORRER POR NÓS.

FELIZ ANIVERSÁRIO - JESUS

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Pulseiras de borracha Colorida – O jogo do sexo - Por Pr. Alexandre Farias

Depois de pesquisar em diversos sites seculares e assistir algumas reportagens sobre as pulseiras coloridas, acredito que este assunto é verdadeiro e deve ser repassada para os pais.
No final deste artigo, colocarei os links dos artigos seculares que falam sobre as pulseiras do sexo.
Para que ninguém me chame de fanático, acredito que sites e jornais seculares não tenham nenhum tipo de fanatismo religioso e trazem as mesmas informações que eu estou trazendo neste artigo.
O que parecia uma pequena moda de criança e adolescente deve ser motivo de preocupação para os pais.

O que tem de errado crianças e adolescentes usarem algumas pulseiras coloridas?
O que eu achava estranho é que elas quebravam com a maior facilidade. Isto não era um problema para os pais porque por 1 real dava para comprar diversas de cores diferentes. Eu me espantei quando descobri o porquê elas quebravam facilmente.

Não era a qualidade das pulseiras, mas elas são feitas para ser quebradas com facilidade porque faz parte de um jogo que não tem nada de infantil - o jogo de sexo conhecido como SNAP.

Quem usa estas pulseiras esta participando deste jogo (SNAP).

É claro que existem crianças e adolescentes que não tem conhecimento deste jogo, que usam como bijuterias, usam porque elas são coloridas e chama atenção da criançada, mas o perigo é alguém aproveitar desta situação para abusar de uma criança ou adolescente e usar as pulseirinhas como uma desculpa.

A bíblia nos ensina que devemos fugir da aparência do mal, não podemos ser coniventes com este tipo de brincadeira ou jogo mesmo que estas pulseiras são usadas pelas crianças sem esta intenção.

Como nós estamos vendo muitos casos de pedofilia, temos que estar atento a este tipo de situação para que ninguém venha aproveitar e abusar das nossas crianças.

Não é qualquer pulseira, mas aquelas que quebram com facilidade. Muitos pais também aproveitam tal situação para proibir o uso de qualquer pulseira dizendo que todo tipo de pulseira é do diabo, isto é achar demônio em parque de diversão.

Para que você entenda melhor, eu quero explicar como o jogo funciona.


SNAP – O JOGO DO SEXO
O jogador escolhe uma garota que está usando estas pulseiras, vai até ela e quebra a pulseira manualmente. Se o garoto conseguir quebrar a pulseira, ele pode fazer o ato sexual ou intimo que a cor da pulseira significar.

Cada pulseira tem uma cor e ela determina qual é o tipo de ato que aquele jogador quer fazer. Então, os adolescentes entendem que quem usa este tipo de pulseira quer que faça aquilo que a cor da pulseira significa.

Alguns jogadores ficam com a pulseira como fosse um troféu. Da para acreditar!
Existem outros tipos de jogo que as pulseiras são partes essenciais.
Tug of War – Puxão de Guerra: Este jogo também tem o mesmo objetivo, mas o adolescente usam 2 pulseiras amarradas, elassão entrelaçadas uma a outra deixando mais o jogo mais difícil .

DAISY CHAIN – Corrente da Margarida: Tem o mesmo objetivo, mas é usado mais pulseiras com cores diferentes e em formato de flor.

Existem outros jogos de sexo que são feitos com estas pulseiras, mas o meu objetivo não é mostrar os tipos de jogo, mas alertar aos pais para o uso destas pulseiras. : Tem o mesmo objetivo, mas é usado mais pulseiras com cores diferentes e em formato de flor.

Existem outros jogos de sexo que são feitos com estas pulseiras, mas o meu objetivo não é mostrar os tipos de jogo, mas alertar aos pais para o uso destas pulseiras.


O SIGNIFICADO DE CADA COR

Cada pulseira tem um significado, ou seja, cada cor corresponde a um ato sexual ou intimo.

Veja a tabela de cor e qual é o seu significado:
Amarelo: Abraço
Rosa: Mostrar o peito.
Roxa: Beijo de língua ou talvez sexo.
Verde: Chupões no pescoço.
Vermelho : Fazer uma Lap Dance
Rosa: Sexo oral praticado pelo rapaz.
Branca: A menina escolhe o que preferir.
Azul: Sexo oral praticado pela menina.
Preta: Fazer sexo com o rapaz que quebrar a pulseira.
Dourada : Fazer todos os atos citados acima.

O meu objetivo é levar você, pai ou mãe, entender o problema.

O que pode acontecer se a minha filha continuar usando estas pulseiras?

Ela pode ser vitima de um abuso sexual. Como no mundo existem pessoas que aproveitam deste tipo de situação para agir, a sua menina ou menino pode ser vitima de algo que pode ser evitado com facilidade.

Não vou ficar surpreso se estas pulseiras começarem a ser usadas nas micaretas, nos bailes funks e também no carnaval.


COMO LIDAR COM AS CRIANÇAS?
Eu sempre recomendo que em primeiro lugar converse com seus filhos mostrando o objetivo de qualquer tipo de jogo ou game. É na conversa que o Espírito Santo trabalha no coração dos pequeninos. Se possível mostre alguns versículos que diga que devemos ficar longe da aparência do mal.

Não proíba sem ao menos eles entenderem a situação. A proibição sem entendimento cria uma curiosidade, um muro que a criança não pode pular, por enquanto, mas quando menos esperamos – eles já estão do outro lado.

As crianças são mais espertas que a gente pensa.


Citações de artigos sobre as pulseiras do sexo

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

CriAArte

Quando pensava em como poderia servir a Deus com algo que eu soubesse fazer, me frustrava porque não sabia cantar, nem pregar com eloqüência.

O que eu sempre tive foram imaginação e criatividade.Percebi que essas eram minhas habilidades e que elas foram dadas por Deus.

Com o tempo, pude perceber que o Teatro seria minha forma de glorificá-lo e aprendi vendo em outros ministérios que é uma ferramenta poderosa nas mãos dos cristãos para ganhar almas.

Na liderança dos jovens há 3 anos atrás, sugeri a idéia de formarmos um grupo de evangelismo através da arte.

Com a benção do pastor Daniel e do Rogério, líder dos jovens, iniciamos nossos projetos há três anos e decidimos que o nome do grupo seria : CriAArte – que significa Cristo através da Arte.

Pessoas foram se achegando, nós fomos definindo nossos objetivos, e eles ficaram ainda mais claros quando conhecemos a Companhia Rhema, um grupo de cristãos que também usa a arte para ganhar almas para Cristo.

Assim como eles, entendemos que nosso trabalho tem que estar firmado em 4 pilares: o 1º, e não poderia ser diferente, é a Adoração (João 4:23,24); o 2º, Evangelismo, onde a palavra de Deus vai ser ministrada de forma criativa; o 3º, é o Ensino, pois acreditamos que Deus usa recursos visuais para ensinar as pessoas; e o 4º, é a Restauração, onde o foco é a restauração de vida, cristã ou não.

Nós cremos que toda forma de Arte foi criada por Deus e deve somente glorificar a Ele.

O próprio Jesus utilizava ilustrações para falar com o povo, as chamadas parábolas. E essa é nossa estratégia de evangelismo.Cada vez mais, temos visto em cada integrante o dom de criar e o temor a Deus, o que é fundamental.

Juntos, temos tido experiências incríveis e temos visto a mão, o cuidado e a vontade de Deus, que tanto tem nos capacitado nos detalhes de todas as criações graças a Deus.

Patricia - líder do ministério